O perfil do DNA dos bebês foi finalmente mapeado, no momento em que a criança está nos primeiros estágios de seu nascimento. A mãe grávida carrega pequenas quantidades de sangue do bebê em sua corrente sanguínea. Por muitos anos os cientistas têm trabalhado uma maneira de isolar o sangue do bebê a partir do sangue da mãe para ser capaz de verificar se a criança vai sofrer qualquer tipo de doença genética, como a síndrome de Down por exemplo.

As vantagens são inúmeras, em primeiro lugar, o procedimento não é invasivo. Isto é muito diferente de procedimentos atuais de amostragem de células do bebê, que incluem a amniocentese e a biópsia do vilo corial (BVC). Estes dois procedimentos são invasivos e necessitam da mãe anestesiada, com o cirurgião utilizando aparelhos para entrar no útero da mulher através da vagina ou abdômen, e a agulha guiada por um ultra-som. Os riscos com ambos são o aborto espontâneo.

A amostra de DNA do bebê no sangue da mãe é muito pequena, na verdade, apenas cerca de 10% do plasma de sangue total da mãe contém DNA do bebê. Isto é suficiente para o teste de DNA. No entanto, o DNA do bebê pode ser separado do plasma de sangue da mãe. Com o isolamento do DNA, os cientistas podem então mapear todo o perfil genético do bebê antes do nascimento.

No entanto, existem algumas questões éticas que sempre levantam alguns pontos em relação a este assunto. Uma das principais questões é se os pais descobrem nos primeiros estágios de gravidez da mãe que seu filho será deficiente de qualquer forma, eles podem vir a optar por um aborto.

Além disso, algumas anormalidades genéticas não podem mesmo ser detectadas pelo teste. Entretanto, conforme o caso, a descoberta do mapeamento do DNA dos bebês foi um grande passo para a ciência.